Triplo homicídio no São Jorge: Pai e filha estão entre as vítimas de ataque dentro de casa, em Manaus
Um ataque ocorrido na manhã desta segunda-feira (17), dentro de uma residência na Travessa Arthur Bernardes, no bairro São Jorge, zona Oeste de Manaus, terminou com três pessoas mortas e uma mulher ferida. Entre as vítimas estão pai e filha, identificados como Francisco das Chagas Moraes Santão e Isabella Coelho Moraes.

Segundo informações da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), a proprietária do imóvel, identificada como Alcilene, foi encontrada com vida, mas bastante ferida. Conforme o delegado Rodrigo Azevedo, da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), ela relatou aos policiais que suspeitos invadiram a residência e a agrediram com coronhadas na cabeça.

As primeiras informações também apontaram que a mulher foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada para atendimento médico.
A investigação trouxe uma informação importante sobre a dinâmica do crime: apesar das primeiras notícias apontarem para um ataque a tiros, o delegado informou que as vítimas fatais apresentavam ferimentos provocados por arma branca.

Dois corpos foram encontrados em um quarto e outro estava no corredor da residência. Uma familiar teria ido ao imóvel depois de tentar contato telefônico com uma das vítimas e, ao chegar ao local, encontrou a cena e acionou as autoridades.
Informações divulgadas apontaram uma possível atualização no número de vítimas. Francisco, Isabella e Alcilene teriam sido identificados entre os mortos, enquanto uma quarta mulher permaneceu internada em estado gravíssimo.
A DEHS passou a investigar o caso e que a autoria e a motivação ainda eram desconhecidas.
A polícia ainda trabalha para esclarecer quem invadiu o imóvel, quantas pessoas participaram da ação e qual teria sido a motivação do crime.
Uma das linhas mencionadas preliminarmente seria a possibilidade de acerto de contas, mas essa hipótese ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades e, portanto, não deve ser tratada como causa definida do ataque.



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